Guilherme Reis: Eu sou uma das pessoas que recomendou o Ubuntu, e usei o Fedora por 1 ano, em uma empresa que trabalhei. Antes dele, já havia usado o Red Hat (antes de se tornar um produto comercial e voltado para servidores e workstations), fiz parte, por 3 anos, da equipe de tradução e revisão do Debian, e antes disso tudo, em dezembro de 1993, dei meus primeiros passos no Linux com o Slackware 1.0. Isso tudo fora o sem-número de distros que testei de 1994 pra cá.
Na verdade mesmo, meu favorito é e sempre vai ser o Slack, mas eu já estou velho e impaciente demais pra ficar brincando de compilar código-fonte e perdendo horas e horas pra configurar meu sistema. Quero praticidade acima de tudo, e o Slack não oferece isso. Nem o Fedora, ou o OpenSuSE ou o Debian... todos, por mais simplificados que tenham se tornado nos últimos anos, ainda não são suficiente amigáveis. Estáveis, sim, mas não práticos ou fáceis de usar.
O teu argumento de que o Fedora é mais econômico é quase irrelevante, uma vez que economia de energia depende do hardware e das configurações da máquina. Numa configuração out-of-the-box, o Fedora é mais econômico que o Ubuntu? Acho que não. Mas também não estou dizendo que o Ubuntu o é. Tudo depende de configuração.
Velocidade o Fedora talvez até tenha, justamente porque ele não prima tanto pela beleza da interface gráfica quanto o Ubuntu, e todos sabemos que gráficos são pesados. Mais "customizável"? Qual distro não é? E com relação à atualizações, não vou me meter nesse assunto porque não tenho embasamento suficiente para falar, tem muito tempo que não uso e nem tenho vontade de usar o Fedora.